Discursos

LANÇAMENTO DA PEDRA FUNDAMENTAL DA IGREJA DA GRAÇA DE DEUS NO ESTADO DE SÃO PAULO.

Sessão: 257.1.55.O Hora: 18h24 Fase: OD Data: 08/09/2015

O SR. MARCOS SOARES (PR-RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, gostaria de deixar registrada nesta Casa a realização de um evento grandioso ontem, dia 7 de setembro, em São Paulo: lançamos a pedra fundamental da Igreja Internacional da Graça de Deus, presidido pelo missionário R. R. Soares.
No evento, ao qual V.Exa. esteve presente, nós agradecemos a Deus a oportunidade de construir, em São Paulo, um templo para mais de 10 mil pessoas. Há nesse templo pessoas necessitadas, pessoas desesperadas, pessoas que estão na criminalidade, na vida errada. Elas terão a oportunidade de ter suas vidas transformadas e de contribuir com a sociedade para um país cada vez melhor.
Quero agradecer ao missionário R. R. Soares a oportunidade de lá ter estado presente.
Muito obrigado.

 

TRANSCURSO DO 156º ANIVERSÁRIO DA IGREJA PRESBITERIANA NO BRASIL. SAUDAÇÃO ESPECIAL AOS MEMBROS DA IGREJA PRESBITERIANA DO BAIRRO DO MÉIER, NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

Sessão: 221.1.55.O Hora: 16h42 Fase: GE Data: 12/08/2015

O SR. MARCOS SOARES (PR-RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, gostaria de agradecer a oportunidade e deixar registrado aqui que hoje, dia 12 de agosto de 2015, a Igreja Presbiteriana no Brasil completa 156 anos.
Gostaria de deixar um abraço forte a todos os membros da Igreja Presbiteriana e, em especial, da Igreja do Méier, dirigida pelo Pastor Eli Gonçalves. A igreja cresce cada vez mais, buscando pessoas necessitadas, perdidas, e levando-as à salvação.
Muito obrigado.

 

HOMENAGEM ÀS MULHERES POR OCASIÃO DO DIA INTERNACIONAL DA MULHER. INICIATIVA DO ORADOR NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO RIO DE JANEIRO EM PROL DA INSTITUIÇÃO DO DIA ESTADUAL DAS ESTADUAL DAS MULHERES QUE VENCEM.

Sessão: 021.1.55.O Hora: 17h20 Fase: OD Data: 04/03/2015

PRONUNCIAMENTO ENCAMINHADO À MESA PARA PUBLICAÇÃO
O SR. MARCOS SOARES 
(PR-RJ. Pronunciamento encaminhado pelo orador.) – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, faço uso da palavra, debutando neste universo do Parlamento Federal, para congratular-me com os festejos que se iniciam nesta semana em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.
Como todos sabem, a comemoração dessa data remonta às manifestações ocorridas na Rússia czarista, quando mulheres camponesas protestavam por melhores condições de vida e trabalho, além de pela entrada da sua pátria na Primeira Guerra Mundial, que ceifaria a vida de maridos, irmãos e filhos. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917.
Essa ideia de se consagrar um dia às mulheres, no mundo todo, já havia surgido nos primórdios do século XX, nos Estados Unidos e na Europa ocidental, também inseridos no contexto das lutas por melhores condições de vida e de trabalho e pelo direito de voto.
Porém, a celebração do Dia Internacional da Mulher está associada, primordialmente, a um fato histórico que teria dado origem à comemoração, quando ocorreu uma manifestação das operárias do setor têxtil nova-iorquino, em 8 de março de 1857, e o incêndio da fábrica.
Pois bem, nobres colegas, naquela data as operárias fizeram uma grande greve, ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como redução na carga diária de trabalho para 10 horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com o dos homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro das instalações, que foi incendiada, e aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
Somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de Março passaria a ser o Dia Internacional da Mulher, em homenagem às mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas apenas em 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Em nosso País, podemos utilizar o dia 24 de fevereiro de 1932 como marco histórico para a mulher brasileira. Nessa data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e ser eleitas para cargos no Executivo e Legislativo.
Contudo, somente em 1951 foi que a OIT (Organização Internacional do Trabalho) estabeleceu princípios gerais trabalhistas para que se buscasse a igualdade de remuneração entre homens e mulheres que cumprissem a mesma função, com a mesma carga horária.
Essa é, em rápidas pinceladas, o apanhado histórico do Dia Internacional da Mulher. Mas, pedindo vênias para divagar sobre o real sentido de se comemorar e enaltecer a figura da mulher, permitam-me uma comparação: a mulher heroína! Vejam que, neste caso, a palavra heroína não remete a alguém com poderes surpreendentes que surge à noite para salvar a cidade de algum mal que a assola. A mulher, verdadeira heroína, é aquela que foi vencendo obstáculos à medida que surgiram os obstáculos. Seu trabalho consiste em algo mais difícil do que capturar o delinquente mais procurado. Seu objetivo máximo é aquilo que melhor sabe fazer: educar o ser humano e dar amor.
A mulher é a principal fonte de subsistência, pois não apenas concebe uma criatura em seu ventre, como a conserva, deixa crescer em seu interior, sempre consciente de que o que está dentro dela é um milagre que irá mudar a sua existência.
Na grande maioria das vezes, aclamamos ilustres personagens da história por suas grandes obras, por suas ideias, por mudar o mundo através de sua luta. Poucas são as pessoas que param e se aprofundam em tal admiração e se dão conta de que os maiores filósofos, cientistas e escritores tiveram mãe, uma mulher ao seu lado, sempre velando pelo seu bem e mantendo-os em suas entranhas, alguém que foi capaz de os ver crescer até onde foi possível e até que seus olhos estivessem cansados.
A mulher é um símbolo sagrado, a imagem da perfeição que cria a vida e, se preciso for, também a doa. Como mãe, semeia a esperança que ilumina o caminho dos filhos. Na imagem de esposa, é a perseverança, a base da família, onde seu amor irradia e sua força inebria. Antes de “mulher”, seu título deveria ser de “rainha”.
Outrossim, eu gostaria de salientar que, quando exerci o mandato de Deputado Estadual, consegui aprovar na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro – ALERJ o dia comemorativo alusivo às Mulheres que Vencem. Essa agremiação, por assim dizer, é um grupo muito forte de nossa Igreja que atua em palestras, encorajamento e evangelização pelas ruas da cidade. E tudo isso, tudo o que elas tem feito me motivou a homenageá-las.
Eu também gostaria de enaltecer a história vitoriosa do projeto dessas mulheres do meu Estado do Rio de Janeiro, projeto este que foi plantado em seus corações por Deus, e como Deus tem abençoado esse projeto e capacitado essas mulheres para cumprirem sua promessa, revelada em Isaías: “O menor virá a ser mil, e o mínimo uma nação forte; eu, o SENHOR, ao seu tempo, o farei prontamente”.
Dedico estas breves palavras a todas vocês que são mulheres, mães e esposas. Sintam-se privilegiadas e orgulhosas, pois a vocês foi entregue a perfeita ocasião de criar e impulsionar verdadeiros cidadãos para a humanidade.
A vocês, condutoras de cada passo do novo ser humano que adentra o mundo, educadoras do futuro, heroínas ocultas, feliz Dia Internacional da Mulher.
Muito obrigado.

 

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